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Já reparou que, sem necessidade alguma, aparece um camarada e pede o número de um documento nosso, como CPF ou RG? Ele diz que é para a obtenção de uma suposta vantagem (que na verdade não existe, se analisarmos bem, na maior parte dos casos). E, quando tais números caem nas mãos erradas, é dor de cabeça na certa, para dizer o mínimo. Em Goiás está acontecendo isso. Associados da região estão sendo alvos de golpistas que, para tentar enganá-los, utilizam número de documentos pessoais.

A enganação vem na forma de suposta ação judicial que “garantiria o direito de receber um determinado pecúlio.” Claro que, antes de o associado receber a quantia fantasiosa, ele recebe a “orientação” de fazer um depósito para “cobrir despesas de processo.”

Orientação geral

A Unafisco Associação Nacional orienta seus associados a não fornecer informações por telefone a estranhos. Também deve haver atenção com as correspondências. O fato de existir um logotipo conhecido na carta não é garantia de autenticidade. Em caso de dúvida sobre o teor do documento e sua veracidade, entre em contato com a Unafisco.

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